quarta-feira, 25 de julho de 2012

Diretor fala sobre as mecânicas de The Last of Us

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Uma das ideias centrais de The Last of Us é apresentar um mundo vivo e em constante desenvolvimento. Essa sensação permeia todos os aspectos da jogabilidade e, segundo o diretor do game, Bruce Straley, se estende até mesmo a aspectos bem próximos dos personagens principais, como a utilização de itens ou controle de inventário.
Segundo Straley, os personagens de The Last of Us evoluirão de acordo com a abordagem do jogador. Ellie, por exemplo, não é talhada para o combate e, caso essa seja a atitude do usuário, pode aprender a atirar ou construir armas, ganhando novas habilidades necessárias para o progresso do game. Armas também podem ser usadas de maneiras diferentes. Uma espingarda não é apenas uma arma de fogo, mas também serve como bastão. Uma bomba de fumaça pode ser utilizada para desorientar inimigos, mascarar uma fuga ou até mesmo como forma de ataque, com o jogador matando os oponentes um a um em meio à nuvem cegante. E estes são apenas dois exemplos.
Tudo isso acontece em um sistema de inventário chamado de “vivo” por Straley. Isso significa que o game não entrará em pausa enquanto você estiver gerenciando seus itens. Mais um motivo para fazer o jogador pensar antes de atacar e escolher bem os locais onde é possível parar com segurança.
Uma das grandes novidades de The Last of Us é o sistema de passagem do tempo, que inclui estações do ano e passagens de tempo que lembram bastante o sistema utilizado no cinema. Tudo está integrado à história e à maneira como o jogador interage com ela.
The Last of Us está sendo desenvolvido pela Naughty Dog e chega exclusivamente ao PlayStation 3 no ano que vem.

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